O que compõe o preço
- O produto — quantidade e tipo de ácido hialurônico definidos no plano. É o item que mais varia de caso para caso.
- Quem aplica — o procedimento é ato médico, do exame ao retorno.
- A estrutura — sala, material estéril, descarte e o que é preciso ter à mão para atender uma intercorrência.
- O acompanhamento — a consulta de retorno faz parte do plano, não é um extra.
Por que não existe tabela fechada
A quantidade de produto sai do exame: anatomia, o que você espera e o que é possível no seu caso. Dois homens com a mesma queixa podem receber planos diferentes. Por isso preço definitivo por telefone, antes de qualquer avaliação, é mais uma técnica de venda do que uma informação.
Vale o mesmo para a comparação entre clínicas: só faz sentido comparar dois orçamentos quando os dois dizem qual produto, quanto, quem aplica e o que está incluso depois.
Quando o barato sai caro
Um valor muito abaixo do praticado costuma sair de algum lugar: produto sem registro ou sem procedência, menos produto do que o plano exigiria, aplicação por quem não é médico, ausência de retorno incluso, ou estrutura que não sustenta uma intercorrência. Nenhuma dessas economias aparece no orçamento — todas aparecem depois.
Não publicamos valores nesta página. O orçamento sai da avaliação, por escrito, com o plano ao lado — e você leva para pensar.
Formas de pagamento e o que perguntar
Pergunte o que está incluso (produto, aplicação, retornos), o que não está, e o que acontece se for preciso complementar mais adiante. Pergunte também se há termo de consentimento e o que ele diz. Essas respostas dizem mais sobre a clínica do que o número final.
Quer um orçamento que venha depois do exame?
A avaliação define o plano e, a partir dele, o valor — por escrito, sem pressa e sem compromisso de fechar na hora.